
A chuva que cai agora e molha a minha cabeça cansada, é a mesma chuva que abençoa minha alma confusa naquelas noites em que nada esta devidamente em seu lugar, por um motivo qualquer que , nem por mim, ainda foi decifrado.
Ela, a rainha de todas as horas, a mãe dos descontentes, e quantas vezes adjetivada for, pelo que for que fizer sentido, traduz a minha lágrima escondida numa noite de sábado que poderia ter sido a melhor de toda a minha vida, não fosse tudo isso que se passa agora dentro e fora de mim, tudo isso que de tão forte já não mais me espanta, e tudo mais que me puder acontecer agora já não é mais o suficiente para perturbar-me mais do que já estou.
Perturbação não por motivos banais ou por, de repente, uma frustração que insiste em me perseguir, mas por ter pensado que, pelo menos agora, as frustrações deixariam seu lugar vazio para ser ocupado por tantos outros sentimentos cruéis, que me deixam tão impotente, e que a vida, infelizmente, faz questão de me reservar de vez em quando.
E agora, o meu choro descontente é repleto de motivos tantos que nem sei direito qual é o meu maior lamento e nem sei quando vai passar, pelo menos um deles, para aliviar a falta de espaço, o aperto que é viver tudo ao mesmo tempo, tantas dores tão singulares, com significados tão distintos, tantos medos, e tanta gente achando que na minha tão breve e insignificante vida, não existe lugar nem pra metade dessas coisas tantas.
E, talvez, por tudo isso, eu entenda o que é a chuva. O que é derramar toda essa água por cima de tantos dissabores mundanos. Dissabores estes que só vivendo é que se sabe a verdadeira dor de tê-los por perto. Todas essas lagrimas que caem agora e se misturam com as gotas da chuva, cada uma delas tem o seu próprio sofrer, e a minha mente, minha alma cansada, meu corpo exausto e minha cama vazia apenas padecem.
O céu deve ter muitos problemas. Basta imaginar um motivo sem explicações científicas para caírem todas essas lagrimas que, incessantemente, insistem em lavar a alma de nós, pobres mortais, que, alem de sofrermos, somos, muitas vezes, proibidos de chorar, escandalosamente, como a chuva e temos nossas lágrimas sucumbidas pela estupidez do mundo.
Ela, a rainha de todas as horas, a mãe dos descontentes, e quantas vezes adjetivada for, pelo que for que fizer sentido, traduz a minha lágrima escondida numa noite de sábado que poderia ter sido a melhor de toda a minha vida, não fosse tudo isso que se passa agora dentro e fora de mim, tudo isso que de tão forte já não mais me espanta, e tudo mais que me puder acontecer agora já não é mais o suficiente para perturbar-me mais do que já estou.
Perturbação não por motivos banais ou por, de repente, uma frustração que insiste em me perseguir, mas por ter pensado que, pelo menos agora, as frustrações deixariam seu lugar vazio para ser ocupado por tantos outros sentimentos cruéis, que me deixam tão impotente, e que a vida, infelizmente, faz questão de me reservar de vez em quando.
E agora, o meu choro descontente é repleto de motivos tantos que nem sei direito qual é o meu maior lamento e nem sei quando vai passar, pelo menos um deles, para aliviar a falta de espaço, o aperto que é viver tudo ao mesmo tempo, tantas dores tão singulares, com significados tão distintos, tantos medos, e tanta gente achando que na minha tão breve e insignificante vida, não existe lugar nem pra metade dessas coisas tantas.
E, talvez, por tudo isso, eu entenda o que é a chuva. O que é derramar toda essa água por cima de tantos dissabores mundanos. Dissabores estes que só vivendo é que se sabe a verdadeira dor de tê-los por perto. Todas essas lagrimas que caem agora e se misturam com as gotas da chuva, cada uma delas tem o seu próprio sofrer, e a minha mente, minha alma cansada, meu corpo exausto e minha cama vazia apenas padecem.
O céu deve ter muitos problemas. Basta imaginar um motivo sem explicações científicas para caírem todas essas lagrimas que, incessantemente, insistem em lavar a alma de nós, pobres mortais, que, alem de sofrermos, somos, muitas vezes, proibidos de chorar, escandalosamente, como a chuva e temos nossas lágrimas sucumbidas pela estupidez do mundo.
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