
Vai dilacerando devagar... Sobe até o meu pescoço, deita sobre meu peito e dorme dentro de mim. Calma! Calma, que agora não temos tempo pra essa dúvida nem pra essa dor. Cala meus olhos e permanece atento, não ao que me solta, mas ao que me prende aos pés do incerto... Não que eu queira viver de ilusões descabidas nem traçar minhas linhas tortas no desvio do desejo. O que eu mais quero é que o silêncio não habite cada passo por onde meu coração caminha.
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