A ela bastava a simples lembrança, um escrito na primeira hora, uma palavra, ou simplesmente a vontade de tê-la por perto. Ela não lembrou de flores, poema, surpresa... a ela não importavam presentes nem brinde à luz da lua ou jantar à luz de velas. Não pensava em nada além das mãos dele repletas de saudade, pondo sobre suas costas todo o sabor do que eles eram.
O telefone tocou às 2 da tarde pra enchê-la de sorrisos. Aprontou-se depressa, desmarcou o que tinha, despediu-se dos demais e foi pra sua casa. No caminho, esbarrou com ele na esquina, beijou-lhe a mão e apressou o passo. Tomou um banho rápido e deitou, pois sentiu uma fisgada doída como sinal da regularidade de seus dias.
Durante um breve cochilo, ouve a voz dele chamar seu nome e sem demora vestiu o vestido mais próximo e foi. Ele entrou e despejou cansaço. Ela deitou e esperou. Abrigou-o em seu peito e ouviu falar sobre tudo... e calada permaneceu esperando um sussurro que fosse. Em silêncio eles se olharam e ela não resistiu: sabendo que não viria aquela palavra, manifestou-se e atestando o esquecimento, entristeceu. Mesmo com tantas evidências ela esperava que daquela vez fosse diferente.
Ele desculpou-se, prometeu, argumentou... Ela, cansada dos argumentos trancou-se, sabendo o que viria pela frente. Ele tomou um banho, demorou mais um tempo e depois saiu. Ela ficou novamente sozinha e pensou. Suas lágrimas não eram de raiva, mas de tristeza. Ela, naquele momento, não mais acreditava em nada que ele viesse a dizer naquele dia. Enxugou as lágrimas e não esperou vê-lo no dia seguinte.
E o dia seguinte chegou vazio. Ela dormia pro tempo passar mais rápido ou simplesmente pra não ver o tempo passar, ainda que devagar. O telefone tocou novamente e ele, com estranheza na fala, disse que a veria mais tarde. E mais tarde ele ligou mais uma vez e a notícia que trazia garantia o que ela ja sabia: não haveria encontro. Ela, faminta e cansada, esperou companhia para o jantar e encontrou. Durante o jantar ele ligou novamentee a chamou pra jantar, mas já era sem tempo como sempre era.
Ele achou que ela estaria à sua espera como era de costume, mas ela ja estava cansada de estar.
O telefone tocou às 2 da tarde pra enchê-la de sorrisos. Aprontou-se depressa, desmarcou o que tinha, despediu-se dos demais e foi pra sua casa. No caminho, esbarrou com ele na esquina, beijou-lhe a mão e apressou o passo. Tomou um banho rápido e deitou, pois sentiu uma fisgada doída como sinal da regularidade de seus dias.
Durante um breve cochilo, ouve a voz dele chamar seu nome e sem demora vestiu o vestido mais próximo e foi. Ele entrou e despejou cansaço. Ela deitou e esperou. Abrigou-o em seu peito e ouviu falar sobre tudo... e calada permaneceu esperando um sussurro que fosse. Em silêncio eles se olharam e ela não resistiu: sabendo que não viria aquela palavra, manifestou-se e atestando o esquecimento, entristeceu. Mesmo com tantas evidências ela esperava que daquela vez fosse diferente.
Ele desculpou-se, prometeu, argumentou... Ela, cansada dos argumentos trancou-se, sabendo o que viria pela frente. Ele tomou um banho, demorou mais um tempo e depois saiu. Ela ficou novamente sozinha e pensou. Suas lágrimas não eram de raiva, mas de tristeza. Ela, naquele momento, não mais acreditava em nada que ele viesse a dizer naquele dia. Enxugou as lágrimas e não esperou vê-lo no dia seguinte.
E o dia seguinte chegou vazio. Ela dormia pro tempo passar mais rápido ou simplesmente pra não ver o tempo passar, ainda que devagar. O telefone tocou novamente e ele, com estranheza na fala, disse que a veria mais tarde. E mais tarde ele ligou mais uma vez e a notícia que trazia garantia o que ela ja sabia: não haveria encontro. Ela, faminta e cansada, esperou companhia para o jantar e encontrou. Durante o jantar ele ligou novamentee a chamou pra jantar, mas já era sem tempo como sempre era.
Ele achou que ela estaria à sua espera como era de costume, mas ela ja estava cansada de estar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
O que achou?